sábado, 18 de abril de 2009
Queria ver isso em um jornal local
Os Indicadores de Qualidade da "Ampra"

Acima está a parte que nos interessa de nossa conta de luz, com os tais "indicadores de qualidade" da famigerada.
Vamos ao Dicionário Ampla de Enrolação do Consumidor:
DIC - Número máximo de horas que nós podemos ficar sem energia, durante o período de apuração mensal. Ou seja, PODEMOS FICAR SEM ENERGIA DURANTE 24 HORAS EM UM MÊS QUE ESTÁ TUDO NO PADRÃO AMPLA DE QUALIDADE.
FIC - Quantidade máxima de vezes que pode haver interrupção de energia, durante o período de apuração. Ou seja, PODEMOS TER 19 INTERRUPÇÕES DE ENERGIA EM UM MÊS QUE ESTÁ TUDO NO PADRÃO AMPLA DE QUALIDADE.
DMIC - Número máximo de horas que nós podemos ficar sem energia, durante uma interrupção de fornecimento. Ou seja: PODEMOS FICAR SEM ENERGIA DURANTE 12 HORAS SEGUIDAS QUE ESTÁ TUDO NO PADRÃO AMPLA DE QUALIDADE.
Agora, vamos aos poréns:
Nem sempre (ou quase nunca) esses números batem com os meus. Por que? Não sei...
Teve um dia por aqui que ficamos sem energia durante 28 horas (ou seja um DMIC de 28 HORAS) e na conta daquele mês o total de horas sem energia (DIC) não passou de 9 horas.
É claro que sou uma pedra no sapato da Ampra (já fomos vice-campeões de reclamação em Angra em 2007, com mais de 40 reclamações protocoladas em menos de dois meses. Só perdemos para um cidadão do Belém, com mais de 60).
E vou dar um conselho: SÓ PROTOCOLANDO RECLAMAÇÃO NA ANEEL (que é a agência reguladora das companhias de energia elétrica) PARA MELHORAR UM POUCO ESSA SITUAÇÃO . Mas, antes peça um relatório dos últimos três meses desses benditos indicadores junto à Ampra, QUE TEM NO MÁXIMO UM MÊS PARA ENVIAR À SUA RESIDÊNCIA.
Qualquer dúvida, é só postar comentário que esse humilde especialista em AMPRA responde.
Troque um Parlamentar por 344 Professores
" Prezado amigo!
Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00 Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar?
Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade!
Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estômago do meu idealismo foi duro!
Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano. São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545. Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha, Argentina, R$1,3 milhões. Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior! Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:
'TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES'.
Obrigado !!"
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Olha o Ministério Público aí gente!
terça-feira, 14 de abril de 2009
Olha o Tribunal de Contas aí gente!
"Prefeituras do RJ vão apurar irregularidades em contratos
Parcerias foram firmadas sem licitação, segundo Tribunal de Contas. Angra dos Reis anunciou que pode suspender contrato com Petrobonus.
Do G1, com informações do Jornal Nacional
A cidade de Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro, vai rever o contrato milionário assinado com uma empresa que está sendo investigada por supostas irregularidades no pagamento de royalties de petróleo.
Visite o site do Jornal Nacional
Além disso, outras prefeituras do estado do Rio de Janeiro vão abrir sindicância para apurar supostas irregularidades em contratos com consultorias investigadas pela Polícia Federal. Os municípios firmaram contratos sem licitação para tentar aumentar os ganhos com royalties de petróleo. Angra dos Reis, no sul do estado do RJ, conseguiu aumentar a arrecadação em pouco tempo. Graças ao dinheiro dos royalties de petróleo, que são compensações financeiras pagas por empresas produtoras. Há três anos, a cidade recebeu R$ 27 milhões. No ano seguinte, quase o dobro: R$ 51 milhões. A mudança veio depois que a prefeitura assinou um contrato com a consultoria Petrobonus. A empresa deu assessoria para que Angra entrasse com um pedido junto à Agência Nacional do Petróleo para receber mais royalties. A ANP determina como é a distribuição desse dinheiro. Angra conseguiu entrar para o seleto ranking das 14 cidades do RJ que mais recebem os repasses. São cidades que ocupam a chamada zona principal Além de Angra dos Reis, outras dez cidades do Rio de Janeiro assinaram contratos com a Petrobonus para tentar ganhar mais royalties. Mas essa parceria está na mira do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que quer saber por que os municípios não fizeram licitação para contratar a empresa. O TCE questiona também a eficácia da contratação, porque não vê necessidade dos serviços de consultoria para interpretar parâmetros claros e objetivos previstos na distribuição dos royalties. Nos processos em que os municípios foram ouvidos, o TCE já se pronunciou pela ilegalidade dos contratos. Mas a decisão final ainda será julgada em plenário. Diante das considerações do Tribunal, a prefeitura de Angra anunciou nesta terça que pode suspender o contrato com a Petrobonus. A Petrobonus também está sendo investigada pela Polícia Federal. A empresa aparece num suposto esquema de fraude nos pagamentos de royalties. Os agentes também investigam Newton Simão, que trabalhou três meses na ANP, em 2007. Segundo o jornal “O Globo”, depois de sair da Agência ele foi contratado pela Petrobonus. Na mesma época, a empresa procurou várias prefeituras do estado do RJ. O prefeito de Areal, Laerte Calil, disse que foi procurado pela Petrobonus, mas não fechou contrato.
Outro lado
A empresa Petrobonus e o funcionário Newton Simão foram procurados, mas não se manifestaram sobre as acusações. A ANP declarou que considera desnecessária a contratação de consultorias pelas prefeituras, porque as cidades podem levar o pedido de análise diretamente à agência, sem intermediários.
E informou que Angra dos Reis conseguiu receber mais royalties porque apresentou, legalmente, argumentos técnicos considerados pertinentes.
Aos Queridos Vereadores, uma proposta singela
O INEA e o próximo escândalo angrense
Comentário de um Anônimo encaminhado para diversos blogs:
AMIGOS MAIS UM ESCÂNDALO NO GOVERNO DE ANGRA. EU TRABALHO NO INEA E NESTA TERÇA FEIRA VAI HAVER UMA OPERAÇÃO PARA EMBARGAR AS OBRAS DOS QUIOSQUES EM CONSTRUÇÃO NA MONSUABA. ESTÁ TUDO DE FORMA IRREGULAR NOS QUESITOS AMBIENTAIS. SEGUNDO O ALTO ESCALÃO DO INEA VAI HAVER UMA REPORTAGEM DO JORNAL O GLOBO ACOMPANHANDO O AUTO DE INFRAÇÃO POR PARTE DA PREFEITURA. ME PARECE QUE A COISA VAI TOMAR UM RUMO DE PROPORÇÕES NACIONAIS.
Tudo é possível. É só ler a notícia abaixo, publicada no site do Sidney Rezende:
INEA vai descentralizar fiscalização ambiental capacitando profissionais
Redação SRZD
O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) está capacitando servidores para a descentralização da fiscalização ambiental estadual. Através de seminários e workshops, as 10 superintendências e o escritório regional vão receber orientação básica, direcionada não somente para os atuais funcionários, mas também para os concursados que assumiram recentemente seus cargos no instituto.
De acordo com o coordenador de Fiscalização do Inea, Rodrigo Guardatti, os eventos estão acontecendo em cada superintendência e seu porte é determinado pelas necessidades de cada uma. Dois eventos já foram realizados: um workshop em Araruama, no dia 25 de março, reunindo cerca de 15 servidores, e um seminário em Campos nos dias 2 e 3 de abril.
A capacitação aborda aspectos da fiscalização florestal e em unidades de conservação; a fiscalização e o acompanhamento do licenciamento nas atividades potencialmente poluidoras e a fiscalização em corpos hídricos. Além de treinar os concursados, que tomaram posse no início de março, o objetivo é também equiparar o nível de experiência dos demais funcionários, oriundos dos órgãos que deram origem ao Inea (Feema, Serla e IEF/RJ), nos quais atuavam em suas áreas específicas. No total, o setor de fiscalização do instituto conta com cerca de 70 servidores lotados nos serviços de fiscalização das regionais.
- Esta capacitação preliminar acompanha o processo de instalação das superintendências do Inea e a descentralização da fiscalização. Os agentes ambientais da fiscalização vão passar por um processo de atualização constante, que incluirá outros cursos - explicou Rodrigo Guardatti.
Além da Coordenadoria de Fiscalização, os eventos também contam com a participação das chefias das superintendências e de administradores das unidades de conservação da área. Além da teoria, os participantes também aprendem na prática: o seminário em Campos incluiu atividades de campo, atendendo a denúncias provenientes do Ministério Público. Foram flagrados um desmatamento de três hectares numa fazenda e uma construção na faixa marginal de proteção do rio Paraíba do Sul.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
A oposição de Angra saiu do casulo
terça-feira, 7 de abril de 2009
Kit Escolar?
De acordo com esta medida, que está sendo adotada em muitos municípios do Brasil, os uniformes serão fornecidos gratuitamente aos estudantes, sendo dois conjuntos completos por aluno a cada ano letivo. Estes kits serão compostos por calçado, meia, calça (ou equivalente), camisa (ou equivalente) e boné.
Esta medida visa o bem-estar dos estudantes municipais, o que é uma grande preocupação do Dr. Ilson Peixoto. Agora que a indicação foi aprovada, cabe à Prefeitura acatar esta proposta. Agora a sociedade civil deve se unir e pedir que o Executivo cumpra esta medida indicada pelo Legislativo."
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Flintstone está vencendo a batalha contra os blogs
sábado, 4 de abril de 2009
Vamos tentar?
Cada vez mais, as pessoas se preocupam com os males causados pela corrupção. Mas o que fazer para prevenir sua ocorrência? É claro que os governos podem agir e impor práticas administrativas mais saudáveis. Isso sempre faz grande diferença. Pressões sociais articuladas também são importantes para levar a mudanças. A vigilância que a sociedade pode exercer sobre o poder público tem sido exemplificada em diversas comunidades brasileiras, levando à identificação de desvios e à punição dos responsáveis. No entanto, cidadãos que trabalham em ONGs ou participam de movimentos sociais por vezes não sabem como se organizar e como contribuir para o combate à corrupção.
O primeiro passo é reunir um grupo de pessoas com interesses comuns e definir o objetivo que se quer atingir, ou o processo decisório que se quer acompanhar. O monitoramento de qualquer aspecto do funcionamento do poder público exige o interesse e o conhecimento sobre determinado assunto. Pode ser interessante agregar lideranças locais e pessoas ligadas a outras entidades da sociedade civil que possam contribuir com experiências de outros movimentos.
Também é importante decidir se o grupo quer se tornar uma entidade legalizada ou se pretende trabalhar como um grupo informal para agir pontualmente. É preciso ter em conta que a criação de uma ong tem custos iniciais de registro e constituição da entidade, além dos fixos, de manutenção. O funcionamento de organizações sem fins lucrativos é regulado pela Lei 9.790/99.
O que monitorar?
O simples fato de se identificar a necessidade da criação de um grupo local de combate à corrupção já significa que algum desvio ou mau funcionamento do Estado foi identificado. (uma fonte de consulta sobre casos de corrupção é o banco de dados Deu no Jornal, da TBrasil, que reúne notícias diárias de 60 jornais e revistas de todo o país.
A tarefa do grupo poderá se concentrar no acompanhamento das ações do legislativo, na identificação dos projetos de lei que estejam sendo discutidos e votados pela Câmara de Vereadores e sua repercussão para os interesses da comunidade, a existência de práticas clientelistas, o desempenho dos vereadores em seu papel de fiscais do povo, o cumprimento pelos representantes de suas propostas eleitorais, etc. (veja o documento “A experiência dos grupos de acompanhamento do Legislativo”, de Domingos Taufner e Helder Salomão).
No caso do executivo, é natural que o foco da atenção se concentre sobre áreas de maior risco, entre estas o orçamento, a prestação de serviços municipais, a contratação de obras e serviços pelo poder público. (veja 'o que se espera de prefeitos comprometidos com uma governança decente').
Outro processo com elevado risco no que se refere à ocorrência de corrupção é o eleitoral. A participação da sociedade civil organizada no acompanhamento das eleições não só contribui para diminuir a ocorrência de práticas condenáveis como a compra de votos, o uso da máquina administrativa em campanhas, mas, principalmente, desenvolve a consciência política da população. Da mesma forma, é importante a avaliação sobre a atuação dos eleitos, a verificação de sua dependência ou independência em relação a seus financiadores, por exemplo.
Evidentemente, não há receitas prontas sobre como atuar no combate à corrupção. É preciso que cada comunidade assuma esta tarefa, reunindo informações, identificando os problemas locais e criando mecanismos para pressionar o poder público a coibir sua ocorrência, de forma permanente e organizada.
Fonte: Transparência Brasil
Agora entendo um pouco mais...
segunda-feira, 30 de março de 2009
(Ir)responsáveis da Ampla deveriam ser CONVOCADOS JÁ!
Devido ao desrespeito dessa "impreza" para com os moradores do município, prestando a cada dia um PIOR serviço, pedimos encarecidamente aos nossos nobres vereadores, na pessoa da Presidente da Casa, Vilma dos Santos, que CONVOQUEM IMEDIATAMENTE ESSES SENHORES QUE FAZEM DE NOSSA CIDADE UM APAGÃO SÓ para os devidos esclarecimentos (se é que existem)sexta-feira, 27 de março de 2009
Não me interessa a identidade do Transparência!
Depois dizem que eu tenho que confiar neles...
sexta-feira, 20 de março de 2009
Vamos engraxá-los com óleo de peroba
terça-feira, 17 de março de 2009
I Reunião dos Blogs de Angra dos Reis
ATA DA I REUNIÃO DOS BLOGUEIROS ANÔNIMOS E NÃO-ANÔNIMOS DE ANGRA DOS REIS – 17 de março de 2009
Pauta da Reunião: Criação da Associação dos Blogueiros de Angra dos Reis (ABLAR)
Blogs presentes: Transparência, Diário do Sertão, Angrapol, Resistência, Monsuaba em Ação, Jonathan Stockler, Tupinamblog, Comunidade em Ação, Oposição 777, PatCentro (?), De Olho na Cidade e Comunidade Caiçara Saco do Céu. Os outros blogs não se fizeram representar.
DS: - Vamos dar início aos trabalhos e analisar a proposta para criação da ABLAR.
Resistência: - Na minha opinião, isso é uma preocupação pequeno-burguesa. Nós somos a favor da revolução dos blogs contra o sistema capitalista opressor.
777: - $%#& que %$#&, vá para o &%$*&. Vocês são todos uns @#$#@%&
Monsuaba: - Calma, pessoal. Nós podemos articular com o Mascote o apoio para a criação da ABLAR.
TAngra: Êpa! Se tiver vereador envolvido, eu investigo para ver se não tem maracutaia no breu das tocas! E vou postar tudo.
Angrapol: - Aguardem, aguardem. Em breve trarei uma informação bombástica. Aguardem!
Tupinamblog e Comunidade em Ação (juntos): - E essa ABLAR pode acabar com a TV-Com ou nós vamos acabar com a Gato-Net?
777: - @#$% é o @#$%&$#, você são todos uns @#$#@%!
PatCentro: - Dou o maior apoio para vocês e boa sorte. Eu tô fora!
Saco do Céu: - Se quiserem o apoio do Galante, nós falamos com ele.
TAngra: - Se tiver Galante envolvido, eu investigo para ver se ele é de confiança e publico tudo.
De Olho na Cidade: - Eu vou falar com o Fernando, meu grande amigo, para ele apoiar essa ABLAR, desde que não fale mal do governo.
TAngra: - Se tiver Fernando envolvido, vamos investigar tudo e publicar na íntegra o diálogo desse cidadão do mal com quem for.
Angrapol: - Aguardem, aguardem!
JStockler: - Bem, eu me encontro na dúvida. Eu acho que vou apoiar a ABLAR, mas com uma condição. A distribuição de cestas nas comunidades carentes quem faz sou eu!
777: - @#$%$#@. Você é um @#$%$#@!
Como o clima ficou pesado, resolvemos marcar uma próxima reunião para daqui a dois anos.
E foi encerrada a sessão.
E o Diário do Sertão?
Como não tinha nada a acrescentar (como sempre), entrou mudo e saiu calado, para não passar vergonha.
Me desculpem os colegas, mas é só uma brincadeira.
Senso de humor, por favor.
domingo, 15 de março de 2009
Como nos organizarmos?
http://www.transparencia.org.br/index.html
Como diria Obama: We Can! (ou, NÓS PODEMOS!)
A Cartilha Anti-Corrupção da Amarribo
sábado, 14 de março de 2009
Do jornalista Sidney Rezende
Pena que as ruas estejam esburacadas. Em algumas praias(Monsuaba) os urubus se alimentam do esgoto a céu aberto e pousadas não investem nas suas próprias benfeitorias. Algumas estão caindo aos pedaços. Em Ponta Leste, um prédio de altura superior a 7 andares, localizado a 200 metros da Petrobras, parece que pode cair a qualquer momento. As vigas estão rachadas e cedendo. Uma tragédia anunciada.
Uma cidade turística como Angra não pode transmitir ao visitante tanto amadorismo. A sinalização pública não é boa, mas o serviço privado também deixa a desejar. Apesar da limpeza das ruas ter melhorado, não se vê o dinheiro público investido no essencial. Construções inacabadas estão espalhadas pelas encostas e o turismo, este patrimônio do Rio, parece esquecido.
Sugiro um choque de treinamento, capacitação e políticas públicas avançadas. Do jeito que está, Angra continuará refém dos ricos. Eles continuam nos seus casulos, ou nas suas embarcações de luxo. A maioria aperta o botão "dane-se" para a cidade. A cidade, por sua vez, não deve ter compromisso com isso, e sim com a melhoria cosmopolita e com a qualidade de vida dos seus moradores.
O novo prefeito tem condições de quebrar paradigmas e fazer a diferença. Sugiro que ele visite Rio das Ostras, veja as obras já realizadas em Cabo Frio, aprenda como se faz o rigor das contas de Piraí, analise as obras culturais de Niterói. E depois disso, mobilize o seu povo para melhorar os serviços.