terça-feira, 7 de outubro de 2008

O Rio de Janeiro e a Educação (texto publicado no Boletim do SEPE)

Há muito tempo, governos - nos três níveis federativos - vêm implementando uma política de sucateamento da educação e dos serviços públicos, principalmente no estado do Rio de Janeiro. Assim como a educação, outros serviços públicos também se encontram em situação caótica, como é o caso da saúde pública e da segurança pública.
O atual governador de nosso estado foi eleito defendendo um discurso de que o estado possui orçamento suficiente para pagar salários dignos aos profissionais das áreas de educação, saúde e segurança, ao funcionalismo de um modo geral. Existe também uma carta aberta do então candidato aos profissionais da educação fluminense garantindo tais reposições. Passados dois anos de governo, a postura do candidato se transformou completamente. Demonstrou ser um governador autoritário que não busca estabelecer canais de diálogos com os servidores estaduais, ao invés disso, cria mecanismos de convencimento. O funcionalismo estadual, quando foi cobrar os compromissos de campanha, foi presenteado com a falta de vontade do governo em dialogar. Sem alternativa nós, profissionais estaduais da educação utilizamos a única arma que está ao nosso alcance, a greve. A postura do governo continuou sendo a de não dialogar e, além disso, mandou cortar o ponto e os salários dos profissionais em greve, para pressionar a categoria a retornar ao trabalho.
Para justificar os investimentos na área de educação, os governos implementam controle de qualidade (QUALIDADE TOTAL) na educação, com os exames de avaliação de alunos e instituições, que recebem nomes diversos e no nosso estado é conhecido como Nova Escola, Prova Brasil, Prova Rio entre outros. A visão de que o conhecimento dos alunos deve ser quantificado em estatísticas tem o objetivo de ludibriar a sociedade e penalizar os profissionais da educação que são apontados como culpados pela baixa qualidade da educação. Nós já estamos cansados de ouvir este discurso. A prática tem demonstrado que não são projetos ocasionais que irão melhorar a qualidade da educação oferecida pelo poder público. Por princípio, os profissionais de educação não são contrários à implementação de mecanismos de avaliação.
O serviço público, por sua natureza, deve atender aos interesses da sociedade, assim como os governos e seus ocupantes temporários. São necessárias formas de controle da sociedade sobre aqueles que prestam serviços à sociedade, incluindo aí a educação pública. Portanto, há a necessidade de se avaliar a qualidade da educação oferecida, mas é igualmente importante avaliar as políticas educacionais impostas pelos governos e governantes de ocasião. Escola Pública não pode ser comparada à empresa. São conceitos opostos. Defina empresa. Defina escola pública. Veremos que existe uma inadequação desta sobreposição de conceitos. Escola e empresa têm objetivos e finalidades diferentes e não devem ser confundidos. Fundamentado nesse princípio, ao confundirmos os dois conceitos, teremos que excluir das escolas, profissionais que não atinjam os parâmetros estabelecidos e alunos - que por motivos diversos - também não consigam atingir os objetivos estabelecidos. Ensino não pode ser medido por índices de produtividade. Salário de professor não pode ser vinculado a índices de aprovação. Por que os governos não permitem, que nós, profissionais da educação, avaliemos estas políticas? Será que têm medo dos resultados? Será que não interessa ouvir nossa opinião? Será que somente nos convencer ou nos obrigar a implementar propostas ufanistas, inadequadas à nossa realidade e baseadas em experiências de países europeus, formuladas muitas vezes por tecnocratas que não tem vínculos com a prática da educação, é suficiente para que estes governos consigam obter dados estatísticos satisfatórios? É esta a democracia neoliberal, que privilegia a tecnocracia e ignora os interesses coletivos?
O governador Sérgio Cabral parece entender que a resolução dos problemas da educação estadual consiste na entrega de “laptops” aos professores e, mais recentemente, colocando ar-condicionado nas salas de aulas. Vale lembrar que muitas escolas estão em precário estado de conservação e de funcionamento, a verba destinada às unidades escolares estão defasadas há muito tempo e, agora, têm de providenciar infra-estrutura para a colocação de ar-condicionado. E ainda terão de arcar com mais esta despesa. Seguindo a cartilha neoliberal, a próxima “sugestão” deverá ser a busca de parcerias, ao invés de o governo aumentar os investimentos em educação e saúde pública. Em uma escala de prioridades, o atual governo do estado está preocupado com as prioridades de menor importância e urgência, mas que possuem um antigo caráter eleitoreiro.
Agora, a “moda” é o PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO (PDE), um projeto muito bem elaborado e muito bem intencionado, mas como outros projetos anteriores, não pretende resolver os problemas estruturais da educação e como outros projetos anteriores, transfere a responsabilidade da resolução ou não resolução desses problemas à unidade escolar e aos professores quando os resultados são insatisfatórios.
Os dois últimos governos e o atual governo do estado do Rio de Janeiro estão comprometidos com uma visão de sociedade excludente e que condena grandes setores da sociedade a uma educação de baixa qualidade. A democratização do ensino, nesta visão, força os professores a rebaixar a qualidade do ensino para manter o aluno na escola. O resultado é que as escolas se transformaram numa fábrica de analfabetos funcionais que serão excluídos apesar dos certificados recebidos porque estarão condenados a se tornar mão-de-obra pouco qualificada, recebendo baixos salários, é a doutrina do “Darwinismo Social”.
Uma política de educação séria tem que levar em conta as reais necessidades dos profissionais da educação: salário digno, condições de trabalho dignas, respeito ao profissional da educação. Para que a educação seja valorizada, o profissional da educação tem que ser e sentir-se valorizado, necessário à sociedade. Não se sentir envergonhado por causa do salário que recebe - atualmente 1,4 salário-mínimo - e sujeito a toda sorte de situações dentro das unidades escolares. Não ser tratado como um burocrata “tarefeiro” que passa seus dias preenchendo incontáveis diários porque tem que assumir várias turmas para aumentar um pouco sua renda; preenchendo inúmeros relatórios sobre vários assuntos que estão acima da possibilidade de serem resolvidos pelas unidades escolares.
A escola pública não deve ser tratada pelos governos do momento como um depósito “democrático” de alunos, mas um espaço onde as classes menos favorecidas podem obter meios para tentar serem menos exploradas, tentar conseguirem posições sociais de destaque - em uma possibilidade mais próxima da realidade - de democratização de oportunidades e distribuição de renda, principalmente através da obtenção de conhecimentos. Afinal, a educação ainda é o meio mais seguro para diminuir as diferenças sociais.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Cadê a democracia?

Tive conhecimento desse fato lastimável e revoltante no sábado, dia 4.
Na Escola Municipal Cacique Cunhãbebe (Frade) sempre houve, em períodos eleitorais, um simulado das eleições com os alunos e funcionários da escola. Os resultados sempre foram divulgados. Assim aconteceu nas eleições de 1996, 2000 e 2004.
Em 1996, a vitória foi de Castilho (PT); em 2000, o vencedor foi Fernando Jordão (PDT); em 2004, Fernando Jordão (PMDB) repetiu a dose. Em nenhum desses simulados houve interferência externa, nem quando no governo de Castilho o resultado foi desfavorável ao PT, nem no governo Jordão, quando o resultado foi favorável a ele.
Mas, no simulado desse ano, deu zebra: Conceição Rabha ganhou.
Quando os professores responsáveis pela atividade foram afixar o resultado nos murais da escola, a "surpresa": uma ligação do Sr. Guto, da Secretaria de Educação, comunicou à diretora que estava proibida a divulgação do resultado, pois se tratava de crime eleitoral.
COMO ASSIM, CRIME ELEITORAL?
NÃO ERA CRIME ELEITORAL QUANDO JORDÃO GANHOU?
QUAL A MOTIVAÇÃO DESSE FATO? ALGUÉM PODE EXPLICAR?
SÓ SE PODE DIZER ALGUMA COISA SE AGRADAR AO EXECUTIVO MUNICIPAL?
Estou me sentindo no tempo da ditadura militar. Só está faltando mandar prender quem é contra o regime do PMDB-Angra.

O povo quer saber...

O que acontecerá com a vereadora Vilma, que foi detida em flagrante fazendo boca-de-urna? Perderá o mandato? Responderá processo? Ou Pizza?

As lições dessa eleição

Não pretendo fazer uma análise política completa e definitiva do que foi essa eleição, até porque não sou analista político. Sou apenas um cidadão com um número mínimo de neurônios que me possibilita pensar.

Quanto à eleição de Tuca Jordão, a primeira lição para os vencedores do pleito é a seguinte: existe um número expressivo de eleitores (47,78%) que não aprovaram a administração Fernando Jordão. Devemos lembrar que esses 40413 eleitores votaram em Conceição sem ter promessa de emprego na Prefeitura, não foram beneficiados por cargos nem por promessa de cargos. Foram eleitores que não sucumbiram à midia local, que fez campanha descarada para o atual governo, salvo raríssimas e honrosas excessões. Um número expressivo de 40413 eleitores que não foram encabrestados em seu desejo de mudança. Resta ao vencedor analisar o que foi feito de errado para que não persistam no mesmo erro.


Quanto à eleição para a Câmara de Vereadores, a "surpresa" da eleição de oito novos nomes (Parente, Leandro Silva, Amilcar, Mascote, José Antônio, Lia, Ilson Peixoto e Cordeiro) e reeleição de apenas quatro vereadores (Aguilar, Vilma, José Maria e Marco Aurélio) fornece com clareza o que os eleitores querem: "limpar a área" e retirar de circulação vários nomes envolvidos em escândalos que ainda vão dar muito o que falar. O governo, que tinha 10 vereadores em sua base, passa a ter 9; a oposição pula de 1 para 3 vereadores, sendo o PT o partido com maior representatividade na Câmara.
Nos resta saber o que o governo Fernando Jordão (desculpem-me, Tuca Jordão) fará com alguns dos derrotados. O que vão fazer com Carlinhos Santo Antônio e Bento, por exemplo? Vão respeitar o resultado das urnas ou vão convidá-los para algum cargo? Os eleitores esperam que não, mas cabeça de político e bumbum de nenem não se sabe o que esperar...
Parabéns aos eleitos e trabalhem com dignidade no cargo ao qual foram ELEITOS.

domingo, 5 de outubro de 2008

Resultado Final das Eleições 2008

Para prefeito:
Tuca Jordão - 44.162 votos (52,22%)
Conceição - 40.413 votos (47,78%)


Vereadores eleitos:
PMDB - Mascote e Dr. Amilcar
DEM - Marco Aurélio
PRB - Vilma dos Santos
PR - José Maria e Leandro Silva (o mais votado)
PCdoB - Aguilar e Dr. José Antônio
PT - Lia, Dr. Ilson Peixoto e Cordeiro
PHS - Parente


Boca-de-urna muito tranqüila

Comparando com as últimas eleições, a boca-de-urna nessas eleições foram muito discretas na região do Frade e do Bracuhy. Nenhum caso gravíssimo a ser relatado. Apenas um cidadão de nome Rodrigo, cabo eleitoral do sr. Carlinhos Santo Antônio distribuindo material de campanha a 20 metros do Colégio Estadual Antônio Dias Lima, no Frade. Nada que surpreenda, partindo do candidato no qual ele representava.

sábado, 4 de outubro de 2008

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Caça à boca-de-urna

No dia 5 de outubro, além de votar estarei com máquina fotográfica em punho para fotografar todas as bocas-de-urna que puder. Farei questão de publicá-las aqui e denunciar ao juiz eleitoral. Preparem-se, porque na região do Bracuhy e Frade, ninguém vai passar desapercebido.

sábado, 27 de setembro de 2008

A Cidade: o jornal da desinformação

Tenho uma pena muito grande de minha sogra. Ela, coitada, compra semanalmente o jornaleco e, acho que para me agradar, sempre o manda para mim depois de lê-lo. A pobrezinha gasta dinheiro para não ter informação alguma. Ou pior, ter as piores informações de Angra. Crimes, crimes e mais crimes... Parece que nossa cidade é mais violenta do que Rio de Janeiro e São Paulo, juntas. No restante, nada mais. Sobre política, a linha editorial está na cara: sou situação, independente das lambanças que fazem. O editor, o sr. José Miziara, se aprimora cada vez mais em não dizer nada. São "informações" do tipo: um certo político..., uma pessoa ligada ao governo está sendo investigada..., um vereador emprega toda a família..., e muitas outras desse tipo. O indigitado (como ele gosta de usar palavras difíceis. Mas, desconhece concordância) nunca tem coragem de citar nomes em suas notas. A não ser que sejam essas: o traficante PETISTA Shell ou as obras do PROSANEAR do PT.

POR QUE SERÁ?

Falta-lhe coragem ou é má-fé mesmo?


Enquanto Jediel de Castro era candidato, puxava-lhe o saco. O dito cujo "desistiu" de sua candidatura? Não tem problema: passaremos a puxar o saco do Jordão novamente. É IMPRESSIONANTE E REVOLTANTE! O jornal deveria ser distribuído gratuitamente, já que se trata de panfleto de campanha do PMDB.


E EU CONTINUO COM PENA DE MINHA SOGRA E DE TODOS QUE FAZEM DESSE TABLÓIDE O SEU MEIO DE (DES)INFORMAÇÃO.

Atentado contra Adelson Pimenta

Vou me adiantar e escrever toda a verdade sobre os tiros no carro do candidato a vereador Adelson Pimenta (PSB) antes que a cúpula do PM(áfia)DB solte uma nota sobre o assunto:
O candidato a vereador não sofreu atentado, da mesma forma como o cinegrafista Felipe Rabha não foi agredido. O que aconteceu vou contar em primeira mão. Preparem-se, porque a verdade dói. O casal estava com o carro parado numa rua deserta, simplesmente "namorando". Eles foram se entusiasmando e Adelson Pimenta, que carrega ilegalmente uma arma no porta-luvas do carro, na hora que reclinou o banco para consumar o ato libidinoso em público encostou o joelho na tampa do porta-luvas. Este abriu e o dedão de seu pé esquerdo agarrou no gatilho da arma que disparou acidentalmente, ferindo de raspão o braço de sua esposa e disparando outros tiros que não feriram ninguém. Note na foto do carro acima (qualquer um percebe isso) que a bala não entrou no carro e sim, saiu.
ESSA É TODA A VERDADE. NÃO HOUVE ATENTADO E ADELSON PIMENTA DEVERIA RESPONDER POR ATENTADO AO PUDOR.

Obs.: A versão parece absurda, E É.
Mas, preparem-se para as outras versões. As justificativas/desculpas serão muito piores.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Parabéns à OI




Desde MARÇO de 2008, protocolei uma reclamação junto à OI em decorrência de fios de telefone caídos na Estrada Beira-Rio, Bracuhy, sendo vários destes partidos (inclusive o meu), devido à passagem de um caminhão de entregas que arrastou tudo o que via. Não precisa dizer que os fios passavam pelo meio da estrada a uma altura relativamente baixa para o padrão normal de fixação.
A OI envia no prazo da reclamação (72 horas) uma equipe da empresa Relacon, que repara os fios partidos e sai, deixando os dito cujos pelo meio da estrada, me informando que no prazo de uma semana (hahaha!) seria providenciada a mudança dos fios para o sistema de cabos.
Esperei um pouco mais de uma semana (eu sou muito paciente) e, no mês de AGOSTO (cinco meses depois do ocorrido) refiz a reclamação junto à OI, comunicando que os fios continuavam espalhados pelos chão da estrada. Na verdade, eles não estavam mais espalhados: os moradores das casas próximas aos fios providenciaram uns arames e amarraram todos juntinhos nas cercas de suas casas (para não ficarem pelo chão). Fui infomado pelo atendente ("sua ligação é muito importante para nós") que o conserto seria providenciado em, no máximo 72 horas (de novo!). Finalmente, o problema foi resolvido: é só observar com atenção a foto. ELES CONSEGUIRAM TIRAR OS FIOS DAS CERCAS E AMARRARAM UM POUQUINHO MAIS PARA CIMA! ESTE FOI O CONSERTO. NADA DE FIXAR EM POSTES, MUDAR PARA CABO, NADA DISSO: SOMENTE PUXARAM UM POUQUINHO MAIS PARA CIMA, REPITO.

E viva a privatização.
Empresa competente, essa OI (Na verdade ela deveria se chamar TCHAU!)

Piada extraída do blog do Jonathan Stockler

Um senador está andando tranqüilamente quando é atropelado e morre.A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.-'Bem-vindo ao Paraíso!'; diz São Pedro-'Antes que você entre, há um probleminha.Raramente vemos parlamentares por aqui, sabe, então não sabemos bem o que fazer com você.-'Não vejo problema, é só me deixar entrar', diz o antigo senador.-'Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores. Vamos fazer o seguinte:Você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Aí, pode escolher onde quer passar a eternidade.-'Não precisa, já resolvi. Qu ero ficar no Paraíso diz o senador.-'Desculpe, mas temos as nossas regras. 'Assim, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe.Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia trabalhado.Todos muito felizes em traje social.Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos às custas do povo.Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar.Quem também está presente é o diabo, um cara muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas.Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora.Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe.Ele sobe, sobe, sobe e porta se abre outra vez. São Pedro está esperando por ele.Agora é a vez de visitar o Paraíso.Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando.Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São Pedro retorna.-' E aí ? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso.Agora escolha a sua casa eterna.' Ele pensa um minuto e responde:-'Olha, eu nunca pensei .. O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar melhor no Inferno.'Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo.Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o entulho e colocando em sacos pretos.O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do senador.-' Não estou entendendo', - gagueja o senador - 'Ontem mesmo eu estive aqui e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados!!!'O diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz:-'Ontem estávamos em campanha.Agora, já conseguimos o seu voto...

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Cuidado: Eleições à Vista!

Dia 5 de outubro está chegando e, mais uma vez, vamos escolher o prefeito (ou prefeita) e vereadores para administrar e fiscalizar nosso município pelos próximos quatro anos. Alguns cuidados deveremos tomar para não cairmos em "armadilhas" eleitoreiras.
1) Escolha seus candidatos sem pensar em "o que ele vai fazer por mim" e sim em "o que ele vai fazer por NÓS".
Infelizmente, muitos têm pensado de forma errada, pensando no "emprego" ou "promessa de emprego" que o candidato fez. Se você recebeu uma proposta desse tipo, DESCONFIE. O candidato nunca oferece emprego na empresa da qual é proprietário ou na empresa de algum amigo ou parente. Onde ele oferece emprego? Na Prefeitura! Um emprego temporário que ele também prometeu para várias pessoas. ISSO CARACTERIZA COMPRA DE VOTO E É CRIME ELEITORAL!

2) Se, no dia da eleição, seu candidato tem trocentas pessoas trabalhando para ele fazendo boca de urna, DESCONFIE. Se ele antes de ser eleito está praticando uma irregularidade, o que ele fará quando for eleito? E, além do mais, BOCA DE URNA É CRIME ELEITORAL!

3) Se o seu candidato está querendo se reeleger, pense no seguinte:
No caso de prefeito, tente responder à seguinte pergunta: meu candidato fez uma administração competente, honesta e eficaz nos últimos quatro anos, beneficiando a população de forma geral?
No caso de vereador, tente responder à seguinte pergunta: meu candidato apresentou propostas de lei que beneficiem a população de forma geral e fiscalizou de forma correta os gastos da prefeitura?

PENSEM SOBRE ISSO AGORA!
DEPOIS DAS ELEIÇÕES, VOCÊ SÓ PODERÁ SE ARREPENDER!

Primeira postagem

Esse blog acabou de ser criado. Estamos aguardando comentários sobre assuntos que vocês gostariam que fossem abordados por aqui.
Qualquer assunto vale: denúncias sobre coisas que acontecem no seu bairro (ou rua), eleições 2008, notícias de interesse, etc.
Estamos coletando algumas informações (ou opiniões) que serão postadas em breve.
Até lá.